Madrasta é suspeita de agredir enteada até a morte

11/04/2013 08:42Nenhum comentáriovisualizações: 30
No final da manhã de ontem, uma mulher foi detida em flagrante, em um hospital do município de Moju, nordeste do Pará, suspeita de matar a própria enteada, uma menina de apenas três anos. Segundo testemunhas, a mulher, que não teve a identidade revelada, chegou à unidade de saúde, por volta das 11h, com a criança nos braços, dizendo que a menina tinha sido vítima de um acidente. Mas, após os exames, os médicos constataram que a criança tinha sido espancada até a morte.
Índice “O corpo da criança estava cheio de hematomas causados pelas agressões, mas mesmo assim a madrasta insistia em dizer que a menina tinha sofrido um acidente. Foi somente com a confirmação pelos médicos e com os questionamentos dos outros funcionários, que a mulher resolveu confessar o crime e disse que tinha agredido a criança”, revelou uma moradora do município, que prefere não ter o nome divulgado.   Vizinhos da madrasta confirmaram a versão da testemunha e disseram que a mulher era acostumada a agredir a menina. “Além de apanhar da madrasta, a criança também apanhava muito do pai, por isso estava naquela situação”, afirmou revoltada, uma vizinha da mulher, que mora em uma comunidade rural, localizada cerca de três quilômetros de Moju.   Após a denúncia dos vizinhos, a mulher foi detida em flagrante no próprio hospital e, em seguida, encaminhada para a delegacia do município. O crime revoltou os moradores e um grupo de manifestante ameaçou invadir a delegacia para fazer “justiça com as próprias mãos”. Segundo relatos dos vizinhos, os médicos teriam informado que a criança teve hemorragia interna e já teria chegado morta ao hospital.   O corpo da menina foi levado para o Instituto Médico Legal de Abaetetuba e aguarda o laudo da perícia. Após várias ameaças de ser linchada na cidade, a madrasta foi encaminhada para a Delegacia de Abaetetuba, onde permanece detida. O DIÁRIO entrou em contato com as delegacias de Moju e Abaetetuba, para obter mais informações sobre o caso, mas até o fechamento desta edição, nenhum dos números disponíveis atendeu as ligações do jornal.   (Diário do Pará)

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